Memórias
Meu coração teima em reviver
Memórias de um tempo apagado
Empoeiradas de um baú feito peito
De palavras que não solto por aí
De rostos esbatidos pelo tempo
Nomes que se perderam sem rosto
De amores que um dia guardei em mim
De iusões embrulhadas em fitas de seda
De uma chama que queima num rasgar
De um beijo trocados num silêncio
De juras de amor murmuradas
Eternizadas numa rasgar de amor e dor.
uma abraço
Tulipa

7 comentários:
Minha querida
É um baú que por mais que queiramos que ele fique fechado para sempre, teima sempre em se abrie...e por vezes dói demais o que encontramos nele...lindo o poema.
Beijinhos com carinho
Sonhadora
Porque é que não conseguimos controlar as nossas (más) memórias ?
Há dias que não me conformo...
Beijito.
que lindo texto!
abraço.
As memórias fazem parte da nossa vida, por vezes gosto de mexer no baú...
Bjs
Eu pus o meu no sótão e nunca lhe mexo.
Já me chega o que ficou na minha cabeça.
Bjs.
Continua a escrever-se muito bem por aqui...
O passado sempre feito presente na nossa memória. Essa luz vinda de outros tempos, que tem tanto de divina como de maldita.
Gostei do poema.
Enviar um comentário