20 novembro, 2009

abismo ou paz...



Um momento de desespero, dor, solidão...
Um momento de silêncio que percorre por dentro e por fora
A sensação de perda, de abismo, de paz , de serenidade...
Um tempo sem saída....

um abraço tulipa




22 comentários:

direitinho disse...

Bom dia
Abra a janela da vida e deixe entrar o Sol das madrugadas.
Deixe-se beber pelo silêncio das nuvens que nos transportam.
Passei do blogger Sexta-Feira para aqui e gostei do que vi e li.
Voltarei....?

Abstrata disse...

Agradeço tua visita, e teu comentário Tulipa.
E como é bom podermos escrever nossa alma sem que sejamos vistos...
também estou assim como tu escreves, triste, solidão, no meu caso o desesspero já passou,
porque sei que não posso mudar o outro.

Beijinhos abstratos

Abstrata disse...

Agradeço tua visita, e teu comentário Tulipa.
E como é bom podermos escrever nossa alma sem que sejamos vistos...
também estou assim como tu escreves, triste, solidão, no meu caso o desesspero já passou,
porque sei que não posso mudar o outro.

Beijinhos abstratos

Sereia disse...

Boa tarde amiga
Muito obrigado pela visita...
Linda postagem,combinou um pouco comigo,rsrsrssr
Um beijo grande

Sonhadora disse...

Muito bonito e muito triste
Um beijo
Sonhadora

NAFTAMOR // Melhoral disse...

Tem de haver uma saida!
Pode demorar um "Tempo" mas virá!
Melhor, pior, não sei!

Um Beijo

Lilá(s) disse...

Esta postagem apesar de triste não deixa de ter beleza!
Bom fim de semna
Bjs

Jacarée disse...

TULIPA!!!

Há horas de solidão... um vazio de gente sem fim...Solidão é quando nos perdemos de nós mesmo...é não ter força para nos encontrar-mos É procurar em vão pela nossa alma.
Solidão é uma clausura involuntária que o destino nos porporciona compulsoriamente.
tb tenho dias assim.
Amanhã é outro dia...
o SOL vai brilhar e vai trazer-te PAZ no teu coração...
Procura no horizonte o encanto da vida...SORRI seja feliz não se deixe arrastar por essa melancolia.
B. F. S. Borrifes de Jacarée

Apenas eu disse...

Olá Tulipa.
Até o tempo tem saída, basta chegares ao fim da "rua" e virares para trás...
começar de novo.

beijinhos e bom fim de semana

Dantins disse...

Espero que encontres o teu momento, um momento sereno, cheio de sorrisos e muita paz na tua vida.

Anaf disse...

desespero, dor, solidão, silêncio, perda, abismo, sem saída.
Tudo isto estou a sentir neste momento porque arrancaram dos meus braços o ser mais importante da minha vida, desventraram-me...

Obrigada pelo teu comentário, visito-te diariamente e encontro nas tuas palavras eco do que sinto ou já senti.

Beijinho
Anaf

*Mundo Particular* disse...

Todos esses sentimentos chegam a sufocar o coração..sei como é...

BjOo!! e ótimo fim de noite!

a magia da noite disse...

a paz pode ser um abismo de tranquilidade.

Secreta disse...

Paz que nem sempre é verdadeira...

RETIRO do ÉDEN disse...

Onde fica a fronteira?
É isso mesmo...muito bem descrito o que se passa com a realidade em certas ocasiões de nossas vidas, ou de quem está bem perto de nós.

Só mesmo ELE nos pode dar a mão para fazer a travessia da escuridão para a luz do SENHOR.

Bem-haja, por trazer este tema cada vez mais tão oportuno infelizmente.

Forte, forte, abraço
Mer

clic disse...

Abraço...

a magia da noite disse...

os tempos são cíclicos e parecem arrastar-se sem solução até que escolhemos outro caminho, outra razão.

Secreta disse...

Passei por cá ...
... e deixo um beijito.

tulipa disse...

um abraço és sempre muito bem vinda...
algo muito importante...

um abraço

tulipa

Lilá(s) disse...

Olá amiga vim deixar um beijinho e desejar que esteja tudo bem.

Pedrasnuas disse...

FAZ O TEU LUTO ,CHORA TODAS AS LÁGRIMAS E VOLTA...LAMENTO O TEU PESAR

ABRAÇO

maria disse...

Quando visito o mármore da tua guarida, são dois os tormentos que me revisitam: saber irrepetível a divina doçura do teu amor e a crudelíssima mágoa de nunca desvendar, porque te finas-te meu amor e me deixaste tão só.


Agora visito o Jardim do Silêncio, regado com as minhas lágrimas, perfumado com aroma das flores, local sagrado onde posso materializar a minha dor. Eu sei que são os teus despojos, a matéria que estão ali. Eu sei que tu tens uma outra morada. Mas aquilo que cá ficou merece a minha mais profunda veneração. É um pouco de ti, do teu e do meu amor que ai esta sepultado. Nem considero que seja tristeza, quando algumas lágrimas que teimam em correr, me façam retroceder no meu luto.